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Amiga (o) de caminhada, Não confundas autonomia com recursos oferecidos a ti pela divina providência. Autonomia é estágio de um processo deflaglado por ti mesmo(a). Em verdade, um efeito de tua perseverança na longa e exaustiva viagem da interiorizaçao. Pede a DEUS para dilatar teu dicernimento a fim de usá-la afinada com os propósitos do bem, entretanto, felicita a ti mesmo(a) lográ-la,porque é conquista individual,inalienável e intransferível. De nossa parte, se algo fizemos para chegares até este ponto evolutivo,foi, tao somente, lembrar-te sempre que todos merecemos se felizes.
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Porque Não Sou Espírita Kardecista


Porque Não Sou Espírita Kardecista Wladisney Lopes (O texto nos foi enviado pelo Wladisney e também foi publicado na Revista Internacional de Espiritismo de Janeiro de 2002)

"Porém, nunca o repetirei demasiado, não aceiteis coisa alguma às cegas".
Erasto - LM cap. V item 98

É muito comum encontrarmos afirmações do tipo: Espírita Kardecista, Kardecismo. Isto cada vez mais, vai se tornando natural no meio Espírita em palestras, jornais e revistas. Porém o que me chamou a atenção foi o artigo da jornalista Renata Saraiva no Jornal Valor de 15 de dezembro de 2000, no seu artigo "Loucura e espiritismo no Brasil" a chamada é a seguinte: "Historiadora estuda como a psiquiatria tratou o Kardecismo no início do século". O artigo trata da tese de doutorado da historiadora da Universidade Estadual de Campinas- UNICAMP Angélica Silva de Almeida "A Loucura Espírita no Brasil". Percebam que o termo Kardecismo foi utilizado como sinônimo de Espiritismo, demonstrando que a confusão iniciada no meio espírita começa a atingir também a mídia. Isto é tudo que alguns inimigos da Doutrina Espírita querem, pois ela deixaria de ser a revelação dada por uma plêiade de espíritos liderados pelo Espírito da Verdade para ficar resumida em uma única pessoa. Antigamente falava-se em espiritismo de mesa branca, espírita de mesa branca e a mesa branca foi substituída por Kardecismo ou Kardecista, alguns centros chegam a incluir em sua denominação Centro Espírita Kardecista. Entre os espíritas ainda predomina o aprendizado verbal ouve-se alguém dizer acha-se bonito e vai se repetindo, sem se parar para refletir se isto condiz com o que aprendemos. Apenas como exemplo já perceberam como o termo karma foi incorporado ao linguajar de alguns "espíritas". O que mais ouvimos é que a leitura do Livro dos Espíritos é muito difícil por isto esta verdadeira enxurrada de romances, muitos deles com erros graves em relação a Doutrina e são vendidos dentro da própria casa espírita, basta se dizer que o livro é psicografado para se tornar uma obra espírita, mas esta é uma história que fica para uma outra vez. Para explicar porque não sou espírita Kardecista, chamo em minha defesa o Sr. Allan Kardec, que sem dúvida era o bom senso encarnado e que já imaginando as distorções que poderiam ocorrer fez questão de deixar bem claro logo no primeiro parágrafo da introdução do Livro dos Espíritos o seguinte: "Para se designarem coisas novas são precisos termos novos. Assim exige a clareza da linguagem para evitar confusão inerente à variedade de sentidos das mesmas palavras." e mais a frente estabelece "Os adeptos do Espiritismo serão, Espíritas ou se quiserem Espiritistas." (grifo nosso). Recorro agora a equipe de espíritos responsáveis pelo Livro dos Espíritos, vamos aos prolegômenos deste livro, que nos dizem: "Este livro é o repositório de seus ensinos, foi escrito por ordem e mediante ditado de Espíritos superiores para estabelecer os fundamentos de uma filosofia racional. Nada contém que não seja a expressão do pensamento deles e que não tenha sido por eles examinado. Só a ordem e a distribuição metódica das matérias, assim como as nota e a forma de algumas partes da redação constituem obra d?aquele que recebeu a missão de os publicar". Portanto a simples leitura da Introdução e dos Prolegômenos do Livro dos Espíritos já bastaria para que não criássemos termos novos para definir o que já está definido e muito bem definido. Seria interessante ainda aos que se dizem espíritas Kardecista lerem o Capitulo I de A Gênese que trata do Caráter da Revelação Espírita , em especial o item 45 que aqui reproduzimos: "A primeira revelação teve a sua personificação em Moisés, a segunda no Cristo, a terceira não a tem em indivíduo algum (grifo nosso). As duas primeiras foram individuais, a terceira coletiva; aí está um caráter essencial de grande importância. Ela é coletiva no sentido de não ser feita ou dada como privilégio de pessoa alguma; ninguém, por conseqüência, pode inculcar-se como seu profeta exclusivo; foi espalhada simultaneamente, por sobre a Terra, a milhões de pessoas, de todas as idades e condições, desde a mais baixa até a mais alta da escala, conforme esta predição registrada pelo autor dos Atos dos Apóstolos: "Nos últimos tempos, disse o Senhor, derramarei o meu espírito sobre toda a carne; os vossos filhos e filhas profetizarão, os mancebos terão visões, e os velhos, sonhos." (Atos,cap.II,vv. 17,18.) "Ela não proveio de nenhum culto especial, a fim de servir um dia, a todos, de ponto de ligação." Com base neste item Kardec faz uma nota explicando o seu papel "neste grande movimento de idéias". Neste mesmo livro no Cap. XVII, Predições do Evangelho item 40, podemos ler : "Não é uma doutrina individual, uma concepção humana; ninguém pode dizer-se seu criador. É o produto do ensino coletivo dos espíritos, ao qual preside o Espírito de Verdade." E no rodapé da pagina joga uma pá de cal sobre este assunto, escrevendo o seguinte: "Todas as doutrinas filosóficas e religiosas trazem o nome da individualidade fundadora: o mosaismo, o cristianismo, o maometismo, o budismo, o cartesianismo, o furierismo, san-sinomismo, etc...A palavra Espiritismo ao contrário, não lembra nenhuma personalidade, ela encerra uma idéia geral, que indica, ao mesmo tempo, o caráter e a fonte múltipla da doutrina." Portanto baseado em tudo que aprendi até agora, sou Espirita e ponto final.

(Publicado no Boletim GEAE Número 429 de 5 de fevereiro de 2002)FONTE:http://www.espirito.com.br/portal/artigos/geae/porque-nao-sou.html



Repensando a vida para ser mais feliz*

“Minhas irmãs e meus irmãos em Jesus, que Deus nos abençoe e nos proteja e nos dê a sua divina e misericordiosa paz!”.

Meus amigos, Sócrates o sistematizador da Filosofia vai dizer que não basta viver. Que uma vida só vale a pena ser vivida se for pensada. Se nós não pensarmos sobre a vida que temos, teremos uma vida qualquer. Uma vida baseada na reflexão é uma vida baseada em oportunidades que se abrem resultantes das nossas elucubrações mentais. Jesus disse isto também: “Eu vim para que tenham vida em abundância”. Quando refletimos sobre a nossa vida nós vamos sempre ter certeza que caminho tomar. Se não sabemos que caminho seguir, qualquer caminho que se abrir, nós seguimos, qualquer porta que se abrir, nós entramos. Se eu não sei onde quero chegar, qualquer caminho me serve. Qual será o caminho correto que devemos tomar? Jesus deixou bem claro para nós. “Eu sou o caminho...”. A direção a seguir é a direção do amor, da caridade, da fraternidade, respeitando sempre a individualidade e a velocidade de caminhar de cada um. Em matéria de crescimento moral e espiritual cada um se revela por si mesmo. O importante é caminhar. Jesus disse: “Eu sou o caminho” e não: eu sou o destino. Se o caminho é certo, o destino é, também, o certo. Se o caminho é errado, o destino é, obviamente, o errado. É a Lei da ação e da reação. Ninguém é obrigado a plantar, mas se plantar colhe necessariamente o que plantou. Portanto, aí está a necessidade de refletirmos sobre a nossa vida. Vejamos o mundo moderno. O mundo da tecnologia. Temos o Data Show, o Power Point, o Microfone, a Televisão, o Vídeo Cassete, o DVD, o Ventilador, o Aparelho de Som, o Telefone Celular, o Computador, a Internet, o Avião, o Submarino e uma infinidade de engenhocas que surgem diariamente. Qual é o primeiro erro que incorremos? Todas estas coisas, criadas pela ciência, maravilhosas, sem dúvida, facilitam a nossa vida, porém, não nos tornam mais felizes, porque uma vida mais feliz é sempre resultante de um equilíbrio espiritual. Tenha você uma vida mais fácil ou uma vida mais difícil, tendo equilíbrio espiritual, você vai ser feliz do mesmo jeito. Se basearmos a nossa felicidade apenas nas facilidades materiais é bem provável que nossa vida se desmorone na primeira contrariedade que apareça. Por que? Porque estaremos contando com bases extremamente frágeis. Se algo mudar em nossos planos, se um problema grave acontecer, um desemprego, uma doença, lá foi por água abaixo a felicidade. Felicidade não é a ausência de problemas, é a presença de Deus, que nos capacita a vencer os problemas, encarando-os como desafios e transformando-os nos degraus da escada da divina ascensão. Este é o verdadeiro vitorioso. Convivência e cooperação Nem sempre a convivência trás a sensação de realização, de felicidade. Eu posso conviver com milhões de pessoas numa cidade como São Paulo e me sentir solitário, deprimido e frágil. O que garante a sensação de plenitude espiritual é a cooperação. A cooperação acontece quando eu sei que posso contar com alguém, independentemente de onde esse alguém estiver, e esse alguém poder contar comigo, independentemente de onde eu estiver. Cooperando com meus amigos, com meus familiares, com a sociedade, com o mundo, eu jamais vou me sentir sozinho, jamais vou ter síndrome de pânico ou entrar em depressão. A tendência da maioria dos seres humanos é procurar outras pessoas ou grupos de pessoas com personalidade semelhante, com os quais se afinem, para conviverem. Aproximam-se por afinidades, por possuírem pontos de vistas, hábitos e procedimentos semelhantes. Exemplos disso são essas comunidades, tão em moda, que se formam na Internet, atualmente, constituídas por grupos de indivíduos que compartilham os mesmos pensamentos e os mesmos ideais. Acomodam-se nesse tipo de relacionamento sem a preocupação maior de procurarem a convivência com pessoas diferentes, opostas, com as quais teriam oportunidade de trocar valores e ensinamentos que muito contribuiriam para o seu crescimento, não só intelectual, como psíquico, moral e espiritual. Esse procedimento não deixa de ter uma conotação egoística e egocêntrica. É uma forma de relacionamento onde a pessoa se acomoda, é o seu mundo, não tem maiores preocupações pois não tem nada a temer tendo em vista que convive com pessoas que falam a sua língua, têm os mesmos objetivos e, portanto, concordam em tudo. A possibilidade de conflitos e desavenças entre eles é sempre mais difícil. Permanecem nessa condição por muitos anos, acomodados, perdendo preciosas oportunidades de crescimento moral. No momento em que eu vou ao encontro de novos desafios, aceitando os relacionamentos difíceis que aparecem em minha vida, buscando a convivência com pessoas diferentes, eu vou precisar abrir mão dos meus comodismos, vou precisar colaborar e me preocupar com as outras pessoas e o mundo; vou precisar cooperar, fazendo a minha parte, para que os relacionamentos tenham êxito. Esse procedimento é que vai fazer com que eu possa subir os degraus que vão me levar à perfeição moral e espiritual. Nascemos para vencer Qual é o dia mais importante da nossa vida? É hoje! Porque é o único dia que temos para fazer alguma coisa. O amanhã ainda não veio e o ontem já foi. Portanto, hoje é o dia que nós temos para lutar, perseverar, acreditar em nós mesmos, largar de sermos egoístas e possessivos. Pensar que a vida só vai mudar se a gente pensar a vida de maneira diferente. Lutar para isso, insistir, acreditar em nós mesmos, acreditar na vida. O que mais falta nos dias de hoje é o exercício da fé, inclusive no meio espírita. Estamos na Doutrina Espírita, que eu considero a “Ferrari” das doutrinas, só que esquecemos de tirar o carro da garagem. Dizemos, eu sou Espírita, amo o Espiritismo, amo Jesus, amo Kardec, amo Chico Xavier. Amamos sim, mas fazemos muito pouco em auxílio ao próximo; não nos comprometemos com a Casa Espírita que freqüentamos; não nos comprometemos com a causa espírita, também. Não nos tornamos uma pessoa melhor. Volto a lembrar, não basta a convivência, há necessidade da cooperação, não só no meio espírita como na vida de uma maneira geral. A cooperação nasce do comprometimento e para haver comprometimento há necessidade de mudança, de transformação, repensarmos nossa vida, mudarmos nossos hábitos, trilharmos o verdadeiro caminho. Nós não estamos, como diz o apóstolo Paulo, combatendo um bom combate, porque não estamos pensando direito as nossas possibilidades evolutivas. Nós nascemos para vencer, estamos com tudo para dar certo, mas sem capacidade de lutar para valer. A maneira como trabalhamos as adversidades é que vai determinar quem é quem no mundo espiritual, que vai determinar se somos vitoriosos ou derrotados. Em geral, somos pessoas muito ansiosas, oramos a Deus mas não temos paciência para esperar a resposta dele. Falta-nos a fé verdadeira. Entramos, então, em desespero, o que nos faz perder o senso de realidade. Jesus, nosso Divino Mestre, nos deixou inúmeros ensinamentos nos exortando a ter fé. Leiam, por exemplo, a passagem da ressurreição de Lázaro. Se eu estou com Jesus, quem será contra mim. Paulo disse “Eu sou mais que vencedor!”. Nascemos para vencer. Devemos dizer: “Eu vou vencer, eu nasci para vencer. Todas as dificuldades passarão, mas o que não passará é a minha fé em Deus. Eu vou lutar, vou persistir, vou levantar de manhã sorrindo para a vida, vou largar de ficar com cara fechada reclamando da vida, vou ser alegre e otimista aceitando a vida como ela se apresenta para mim”. Vamos abençoar a vida e agradecer a oportunidade que o Pai nos dá para evoluirmos em direção a Ele. Muitas vezes o que a vida espera de nós não é um tratado filosófico, nem demonstrações de profunda sabedoria e sim, um sorriso, um abraço, um “Olá meu amigo, como está meu irmão, você está bem? Precisa de alguma coisa?”. Muitas vezes queremos coisas grandes, enquanto Deus e a felicidade estão nas coisas pequenas. Sendo assim, vamos simplificar a nossa vida, vamos pensar cada dia mais sobre a nossa possibilidade evolutiva, para que possamos, cada um de nós, revelando-se por si mesmo, fazer algo em prol de um mundo melhor, começando por nós mesmos, cooperando de uma maneira decisiva com a grande obra de regeneração da humanidade. Minhas irmãs e meus irmãos em Jesus, é uma alegria mais uma vez estar nesta casa que nos acolhe com carinho, com atenção e com amor. Para encerrar faremos aquela benção escocesa que eu sempre faço no encerramento das minhas palestras. Há mais de 1000 anos atrás, numa Europa ainda camponesa, medieval, os antigos escoceses, pessoas analfabetas, porém simples e puras de coração, faziam esta benção ao se despedir das pessoas que mais amavam."Que os ventos soprem sempre em suas costas, impulsionando-o avante. Que o Sol, como hoje, sempre brilhe em seu rosto, trazendo-lhe luz,esperança e alegria de viver em sua vida muitas vezes difícil.
"Que as chuvas, tão necessárias nos dias de hoje, sempre caiam em seus campos, e até nos encontrarmos de novo, em uma outra oportunidade, que Deus o tenha, ou que Deus a tenha, suave e seguro na palma de sua mão”

Sejam felizes, muito obrigado.

* Palestra proferida por Estêvão Camolesi Júnior e sintetizada por Nelson Salvador Frignani. ** O palestrante é orador e escritor espírita. FONTE: http://www.searabendita.org.br/_cultural/_Palestras/Palestras.asp

Como ter força, sabedoria e coragem para enfrentar os obstáculos da vida*


“Meus amigos, meus irmãos, a vida é algo extremamente interessante, desafiadora, cheia de possibilidades, rica espiritualmente falando. Se eu não tenho, na linguagem de Jesus de Nazaré, olhos de ver e ouvidos de ouvir, ou seja, se eu não tenho uma percepção espiritual das possibilidades, eu sequer as identifico como tal e não as identificando como tal, muitas vezes reclamarei que não tenho as oportunidades necessárias para fazer a minha ascensão espiritual”. Vale à pena lembrar que a maioria das pessoas quer fazer a sua ascensão espiritual de elevador. Banho tomado, um bom perfume, café da manhã bem posto, entrar no elevador, apertar um botão escrito Céu, a porta se fecha, o elevador sobe e ele vai dando adeus aos pecadores que ficaram lá em baixo, sem esforço, sem estudo, sem luta, sem desafio, sem alguma programação, na base do milagre. Nós, Espíritas, sabemos que não é assim. A felicidade é construída em meio às tribulações e adversidades da vida. Se tudo fosse sempre sol e não houvesse chuva, o que aconteceria? Nós enjoaríamos do sol. Cairíamos em algo chamado monotonia. A beleza da vida está justamente nesta diversidade. Por isso, para construirmos uma vida feliz, temos ir à luta e trabalhar as adversidades. Deus deseja que sejamos imensamente felizes, embora permita que sejamos infelizes por determinado tempo para aprendermos, em meio à infelicidade, a construir nossa evolução, a nossa felicidade. Por isso temos que mudar a nossa maneira de pensar e confiar em Deus. Deixarmos de reclamar da vida, de sermos pessimistas e nos tornarmos alegres, otimistas, confiando plenamente no nosso Criador. Dá trabalho? Dá muito trabalho. Vamos ter que nos esforçar muito. Lembrar que até pra acabar com a vida temos que treinar muito. Quando alguém chega para mim e fala: estou acabado, estou triste, estou infeliz, eu sei que aquela pessoa treinou muito para chegar a dizer aquilo. Não é fácil. Ninguém vira infeliz do dia para a noite. Vivendo pela fé Para procedermos essa mudança em nossa vida temos que empreender uma luta muito grande. Trabalhar com muita fé, porque vivemos num mundo de muitas incertezas. São essas incertezas que vão minando as nossas resistências. Minar nossa resistência é “dar ouvidos para o mal”. Ao contrario, nosso lema deverá ser sempre: “hoje melhor do que ontem e amanhã melhor do que hoje, depois de amanhã, melhor do que amanhã”. Se nós compreendermos isso, veremos que tudo na vida é evolução e que estamos aprendendo e empreendendo de acordo com nossa fé, com nossa boa vontade, com a nossa insistência no bem, trabalhando sem reclamar, sem achar que somos perseguidos, amando mais a nós mesmos, amando a Deus, nos comprometendo com as coisas de Deus, sendo pessoas perseverantes, e como diz o novo testamento: Vivendo pela fé. O justo viverá pela fé. A fé é algo extremamente importante para nossa conquista espiritual. Peguemos como exemplo a chuva que está caindo. Quantas pessoas não deixaram de vir à Seara por causa da chuva? São obstáculos que surgem. São as provas que temos que vencer. Se uma chuva nos tira do caminho, imaginamos quando surgir um problema pra valer? Portanto, mudemos a nossa maneira de encarar a vida, mudemos a nossa maneira de insistir, de perseverar para melhor, sendo pessoas mais otimistas. Atualmente, os noticiários têm nos informado que o mundo está acabando. Existem problemas gravíssimos no mundo, não negamos. Se não cuidarmos do planeta, o planeta acaba mesmo. Mas o planeta está acabando porque este é o resultado do que os homens fazem dele, como a nossa vida é o resultado do que fazemos dela. Vivemos num mundo onde sorrir incomoda. Chico Xavier dizia: “Quem começa a caminhar com o Cristo, sente que começa também a andar na contramão do mundo.” Parece que você vai e o mundo vem. Parece que tem alguma coisa errada porque os valores mudam. O mundo detesta os felizes porque felicidade incomoda demais, sobretudo para quem se acomodou na infelicidade, porque o acomodado na infelicidade não tem esperança de melhorar. A felicidade que você tem, e que ele não tem esperança de ter, é a causa da desgraça dele. Existe uma lenda hindu a respeito disso, a lenda do vagalume e a serpente, que conta: “A serpente vivia constantemente dando o bote no vagalume, até que um dia ele para e diz: “espera um pouquinho, vou deixar você até me comer, já não estou agüentando mais, mas antes posso te fazer uma pergunta? Por acaso vagalume pertence à cadeia alimentar de serpente? Ela responde: nunca pertenceu. E por que você quer me comer? Ela responde: porque você brilha e a sua luz me incomoda, só por isso”. Muitas vezes a pessoa quer destruir você porque você está feliz, está alegre, está contente. A melhor maneira de você perder seus amigos é você estar feliz. É a cultura da desgraça. É a cultura da miséria. Portanto, quando você passa a se amar e a se fortalecer, vivendo pela fé, prepare o lombo. Mas isso é ótimo, porque é melhor o mundo te odiar e você ser feliz do que o mundo te aplaudir e você morrer de depressão. Acaba limpando a erva daninha. Aqueles que a gente achava que eram amigos, e não eram amigos nunca, eram sim colegas de desgraça ou de farra. Se você quiser conhecer os seus amigos, é simples, dê a maior festa do estado de São Paulo. Vai aparecer colega do ralo da sua casa. Pessoas que você nunca viu na vida e juram que são seus colegas. Se você quiser conhecer os seus verdadeiros amigos, fique doente ou devendo. Dê logo preferência aos dois para você dar logo uma limpa geral. E você verá, como diz a trovinha: “amigos, são todos eles como aves de arribação, se faz bom tempo eles vem, se faz mal tempo eles vão”. Depende das nuvens, das circunstâncias do momento. A caminho da luz Por isso que é infinitamente importante nos fortalecermos espiritualmente para podermos somar forças e não só dividir desgraças. É importante, também, dividir nossas dores, mas quando eu só divido dores e não somo nada eu acabo em depressão ou doença. Por isso pensemos nisso tudo com otimismo, com alegria, reclamando menos, trabalhando mais, vivendo uma vida verdadeiramente disciplinada no bem, uma vida onde nós estamos, como diz o livro de Emmanuel: “A Caminho da Luz”, entendendo que a caminho da luz ainda é trevas, porque se fosse luz não estaríamos ainda a caminho, já teríamos chegado.Temos a luz para não perdermos o rumo, mas ainda estamos a caminho, ainda não chegamos. Além de adquirirmos forças para sabermos trabalhar nossas adversidades, cultivando o otimismo e a fé em Deus, precisamos ainda aprender a assumir responsabilidades. Frequentemente achamos que os culpados são o transito congestionado, a chuva que me atrapalha, o sol porque eu queria que fizesse frio, a falta de chuva porque me provoca alergia. Eu vou achar sempre culpado para tudo. Eu nunca tenho culpa nenhuma, ou seja, eu não assumo responsabilidades, o culpado é o outro, eu nunca faço o que deve ser feito, eu vou procrastinando, vou empurrando com a barriga. Como diz André Luiz, através das mãos de Chico Xavier: “todas as vezes que nós deixamos para amanhã o que podemos fazer hoje, o nosso amanhã geralmente se deparará num deserto chamado jamais”. Portanto, concluímos que a nossa hora é já, nosso momento é agora ou seja, eu faço o que deve ser feito. Não posso perder a continuidade da tarefa, não posso parar de trabalhar nunca. André Luiz , no livro Sinal Verde, ensina: “não parar na tarefa do bem nunca, nem para contar as pedras do caminho, nem para contar os louros do espetáculo, prosseguir sempre”. Jesus disse: “ide e pregai”, não falou:“ ide e colhei”, a colheita é dele. Porque para colher temos de parar e ficar olhando para traz para ver o que foi semeado. Anda e serve e segue adiante. Esse é o segredo da nossa vitória. A nossa força vem daí. O resto são circunstâncias que mudam, como o clima. A nossa força vem de Deus O problema não é a chuva, o problema é não ter guarda chuva pra ela. O problema não é ter problema, o problema é não ter solução para eles. À medida que vamos sentindo uma maior intimidade com Deus, reforçamos nossa fé, ampliamos nossa caridade, aumentamos nosso amor e vamos nos tornando uma pessoa melhor. A nossa força vem de Deus. Ele nunca diz sim para aquilo que você precisa, só para aquilo que você acredita, porque você só vai lutar se você acreditar. Se você não acreditar, você não dá um passo sequer em direção à sua evolução. Lembre-se sempre, como diz Emmanuel através de Chico Xavier: “Deus tem estradas onde o mundo não tem caminhos”. Não há caso perdido para Deus, pelo contrário, a especialidade de Deus são os casos perdidos no mundo. Devemos sempre lembrar que o nosso caso não está perdido. O mundo não está acabado. Nos dias atuais temos milhões de Lázaros vivos que vivem como mortos. Assim como Jesus trouxe Lázaro de volta à vida, igualmente podemos trazer de volta a alegria, a felicidade e a paz dentro de nós. Vamos acreditar nessa força maior que o Criador nos oferece. Nada é dado como morto para Deus a não ser que não queiramos mais viver. Nunca se dê por vencido. Por pior que seja a sua situação, nunca, nunca se dê por derrotado. Por pior que sejam as circunstancias, sempre é tempo de fazer alguma coisa. Quando você estiver num beco sem saída, no fundo do poço, num mato sem cachorro, pare e respire uma vez. Se você respirou, é porque você está vivo e se você está vivo, ainda dá tempo de fazer alguma coisa nem que seja perdoar alguém. Nunca dê seu caso por perdido, nunca. Se você não der, com certeza Deus também não dará. Senhoras e senhores, meus irmãos e minhas irmãs, mais uma vez é uma alegria muito grande estar nesta casa que sempre nos acolheu com carinho, com atenção e com amor. Eu fico muito feliz de poder voltar a ela, que temos guardadinha em um local muito especial dentro do nosso coração. Muito obrigado a todos.

* Palestra proferida por Estêvão Camolesi Júnior e sintetizada por Nelson Salvador Frignani.
** O palestrante é ഒരടോര് e escritor espírita. Fonte:http://www.searabendita.org.br

Chorar faz bem ao corpo e a alma



Quantos de nós ainda pequenos não fomos reprimidos por nossos pais e educadores que nos diziam para não chorar: "não chore", "engula o choro", eram essas suas principais frases ameaçadoras. Quando adultos tendemos a repetir o mesmo comportamento dos nossos pais. Ainda hoje, quando vemos alguém chorando a nossa reação na maioria das vezes é consolar dizendo: "não chore", chorar não vale a pena", etc. O pior é quando os pais ou educadores castigam ou espancam a criança e ao mesmo tempo a impedem ou proíbem de chorar. Neste caso a criança se vê numa condição de ambivalência extrema entre o desejo de chorar e o impedimento. Como solução ela é lavada a inibir o choro e o faz tendo que contrair sua musculatura, tensionando os músculos da face, da garganta e os músculos abdominais. Quando isso acontece repetidamente as tensões se tornam inconscientes e crônicas com repercursões que aparecerão mais cedo ou mais tarde na vida adulta. Poderão se tornar pessoas deprimidas e melancólicas ou até mesmo repercussões em estruturas físicas como por exemplo distorções em seu aparelho bucal. No entanto, sabemos que o choro é uma das emoções mais primitivas. O bebe nasce chorando e é essa a sua linguagem mais usada para expressar seu desconforto e seu descontentamento. Quando sente fome chora. Quando sente dor, chora, quando sente falta da mãe chora, etc. Quando o bebê chora ele relaxa e dorme profundamente. Neste caso pode surgir um outro problema: quando a criança chora e não é atendida em suas necessidades tanto físicas como emocionais, ela se sente abandonada. O sentimento de abandono é vivenciado como ameaça de morte ou seja, a criança se vê ameaçada em sua própria existência. A criança é totalmente dependente de sua mãe ou figura substituta para ser alimentada e cuidada. Quando há uma falta da mãe seja ela real, por perda ou morte ou porque a mãe está deprimida ou ausente emocionalmente, isso deixa uma marca profunda em sua personalidade ou melhor dizendo em todo seu organismo. Isto acontece principalmente quando a criança é muito pequena e está na fase de amamentação. Nesta fase do desenvolvimento infantil, a libido ou energia sexual esta circulando preferentemente na região oral. Esta se torna assim uma zona erógena, capaz de produzir prazer e de pequenos orgasmos, que são movimentos labiais involuntários e espontâneos produzidos por exemplo depois que a criança mama. A falta da amamentação ou uma amamentação puramente mecânica, sem um contato energético emocional da mãe com a criança pode produzir o que nós chamamos de fixação da energia ou libido no região oral. Isso irá originar quando adulto o chamado caráter oral, ou pelo menos traços de oralidade marcantes na persononalidade do indivíduo adulto. O indivíduo de caráter oral tem características físicas, psicológicas e bioenergéticas que lhe são peculiares. Tratam-se de pessoas cuja característica principal é a chamada oralidade, com grande capacidade de comunicação, pois têm muita facilidade com a oratória, falam muito. Em compensação energeticamente têm uma baixa de energia ou pouca carga. Isso funciona como uma bateria fraca com pouca carga energética ou seja, essas pessoas tendem constantemente a terem depressões freqüentes. Corporalmente são pessoas altas e magras ou o contrário gordas e baixas, tendendo à obesidade. Psicologicamente, se caracterizam por serem extremamente inseguras e dependentes. São carentes de afeto e emocionalmente imaturas. Têm muita dificuldade de lidar com perdas e frustrações e o sentimento básico é de privação ou falta de afeto e abandono. Outra possibiliddade é o chamado caráter rígido, cujo nome já diz, sua principal característica é a rigidez. Neste tipo de caráter dizemos que a criança conseguiu passar razoavelmente bem por todas as fases do desenvolvimento infantil, mas a libido ou energia sexual ficou fixada na fase fálica. Tratam-se de pessoas extremamente exigentes e perfeccionistas e muito preocupadas com a performance ou aparência, ou seja, se preocupam muito com a imagem que o outro pode fazer delas. Temem a rejeição e fazem de tudo para se sentirem aceitas e amadas e não rejeitadas ou frustradas. Seus corpos são tensos e rígidos embora graciosos e belos. Tendem a inibir o choro tensionando a musculatura da face principalmente os masséteres e os dentes o que podem ocasionar problemas ortodônticos graves. Tensionam toda a musculatura do corpo principalmente a garganta e pescoço, bem como o abdômen e a pelves e pernas. São extremamente controlados, preocupados com sua imagem, tendem a inibir o choro por acharem que chorar é sinal de fraqueza. Isso é particularmente grave nos homens cuja educação é toda no sentido de serem durões e de não demonstrar sentimentos. Quando nos tornamos adultos aprendemos a controlar nossas emoções e já não choramos mais. Muitas vezes até queremos chorar e não conseguimos. Isso acontece porque o controle já se tornou inconsciente através dos mecanismos de defesa e da musculatura crônicamente tensa. Quando sofremos alguma perda ou nos frustamos a nossa reação é ficarmos tristes ou deprimidos e chorar. Quando conseguimos chorar sentimo-nos aliviados. O ato de chorar está relacionado com a frustração. Quando desejamos algo e não conseguimos satisfazer-nos, isso gera em nós o sentimento de frustração. Segundo Freud o criador da Psicanálise, o bebe funciona segundo o princípio do prazer/desprazer X princípio de realidade. Segundo o princípio do prazer, quando o organismo se carrega tende a buscar o prazer ou a satisfação de seus impulsos, ou seja, a descarga ou relaxamento. Quando a tensão aumenta, aumenta a carga e a criança sente como um desprazer o que é expresso através do choro, na busca de relaxamento ou descarga através da satisfação de seus impulsos. Quando esses impulsos não são satisfeitos isso gera a frustração e sentimentos de dor, desprazer, tristeza e raiva. Quando o ego da criança vai se desenvolvendo ela vai aprendendo a protelar sua satisfação em detrimento do princípio de realidade, ou seja, esperar um pouco mais para obter uma satisfação maior. O controle das emoções implica na contração da musculatura. A criança aprende desde cedo a controlar suas emoções contraindo seus músculos, relacionados com o choro: os músculos da garganta e os músculos abdominais. No adulto esses músculos se tronam inconscientemente cronicamente tensos e bloqueiam a expressão emocional do choro. É comum a sensação de estarmos entalados ou sufocados pelo choro. Quando por outro lado conseguimos chorar profundamente, sentimos um relaxamento em toda a musculatura principalmente os músculos da garganta e o abdominais bem como o diafragma. Dizemos então que chorar faz bem pois alivia a dor, o corpo e a alma. O choro contido é responsável por muitas doenças, tais como a depressão e outras doenças psicossomáticas. Se conseguimos chorar isso além de promover um relaxamento em todo nosso corpo, provoca uma sensação de bem estar geral, além do que transforma as nossas emoções. A criança depois que chora sente-se aliviada e daí a pouco já esta brincando e alegre. Nós adultos tendemos a controlar o choro e com isso retemos os nossos sentimentos de tristeza que podem se transformar em uma melancolia crônica. Segundo o psicoterapeuta americano Alexander Lowen todos nós adultos temos motivos de sobra para choramos e o ideal seria que todos os dias pudéssemos chorar um pouco. Isso nos faria bem e faria nos sentirmos cada vez melhor e mais felizes. No entanto o choro não é bem aceito em nossa cultura e quando estamos tristes e alguém nos vê assim a sua reação e dizer, "não fique triste" "não chore" pra que chorar" não vale a pena chorar". Por isso é muito comum chorarmos escondido no banheiro ou em nosso quarto, longe dos outros, como se chorar fosse algo ruim ou até mesmo errado. Algumas pessoas pensam que chorar é um ato de fraqueza. Sente-se como se fossem fracos ou inferiores. Não chorar é tido como ser forte. Quando na verdade chorar é um ato de sensibilidade e não significa ser fraco ou forte. Faz parte de sermos humanos, com qualidades positivas e negativas, sentimentos bons e ruins, enfim, um ser completo.

(*) Overlack Ramos Campos Filho é médico psiquiatra e psicoterapeuta, analista bioenergético pelo "The International Institute for Bioenergetic Analysis - USA". Fundador e Diretor do BIOCENTRO - Centro de Análise Bioenergética e Terapias Integradas. Telefax (71) 452-3353, Internet: www.svn.com.br/biocentro,

e-mail: overlack@svn.com.br

Canção

















No desequilíbrio dos mares,
as proas giram sozinhas...
Numa das naves que afundaram
é que certamente tu vinhas.


Eu te esperei todos os séculos
sem desespero e sem desgosto,
e morri de infinitas mortes
guardando sempre o mesmo rosto


Quando as ondas te carregaram
meu olhos, entre águas e areias,
cegaram como os das estátuas,
a tudo quanto existe alheias.


Minhas mãos pararam sobre o ar
e endureceram junto ao vento,
e perderam a cor que tinham
e a lembrança do movimento.


E o sorriso que eu te levava
desprendeu-se e caiu de mim:
e só talvez ele ainda viva
dentro destas águas sem fim.
(Cecília Meileres)



Saudade


"Aprendi com as Primaveras a me deixar cortar para poder voltar sempre inteira." (Cecília Meireles)



































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Caridade


Caridade é , sobretudo, amizade.

*

Para o faminto - é o prato de sopa.

*

Para o triste - é a palavra consoladora.

*

Para o mau - é a paciência com que nos compete auxiliá-lo

*

Para o desesperado - é o auxílio do coração.

*

Para o ignorante - é o ensino despretensioso.

*

Para o ingrato - é o esquecimento.

*

Para o enfermo - é a visita pessoal.

*

Para o estudante - é o concurso no aprendizado.

*

Para a criança - é a proteção construtiva.

*

Para o velho - é o braço irmão.

*

Para o inimigo - é o silêncio.

*

Para o amigo - é o estímulo.

*

Para o transviado - é o entendimento.

*

Para o orgulhoso - é a humildade.

*

Para o colérico - é a calma.

*

Para o preguiçoso - é o trabalho.

*

Para o impulsivo - é a serenidade.

*

Para o leviano - é a tolerância.

*

Para o deserdado da Terra - é a expressão de carinho.

*

Caridade é amor, em manifestação incessante e crescente. É o sol de mil faces, brilhando para todos, e o gênio de mil mãos, amparando, indistintamente, na obra do bem, onde quer que se encontre, entre justos e injustos, bons e maus, felizes e infelizes, por que, onde estiver o Espírito do Senhor aí se derrama a claridade constante dela, a benefício do mundo inteiro.

* * *

Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Viajor.
Ditado pelo Espírito Emmanuel.
Araras, SP: IDE, 1985.

O coração aperta...


O coração aperta...
Sem motivo aparente, ouvindo uma música.
Na tela do computador, aperta sem motivo aparente, transformando o motivo aparente em uma dor...
Dor de amor...
Na frente do computador...L~^
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Senhor,médico de nossas almas!

Agradecemos a tua paciência para com nossas limitações.

Agradecemos o ensejo do aprendizado por meio da observação da nossa própria conduta.

E desejosos de prosseguir caminho afora, ao teu lado pedimos-te a proteção para guardarmos este mesmo espírito de renovação,de solidariedade e companherismo.

Aqui e onde mais estivermos, que seja feita a tua vontade... ASSIM SEJA

Quem por aqui passar...

Saiba que :

Em cada letrinha aqui digitada, em cada mensagem, cada foto, cada espaço, cada vídeo, cada música, possui muito, mas muito carinho e dedicação... Algumas linhas são minhas, outras não. Procuro preservar os direitos daqueles que escrevem, informando ao final a devida autoria, outras poderão aparecer sem esta informação. Alguns textos são digitados por mim, outros copiados e colados. Alguns, investigo a fonte e a veracidade, outros não... Mas o que importa neste espaço, é a verdadeira vontade, é o amor, e a reunião de minhas intenções. Poderei passar sempre aqui, ou não... Mas o que importa...é que se por acaso tu passares por aqui, que leves algo importante para ti... E lembrem-se sempre, desta frase , dita por Dalai-Lama:

“O diálogo é fonte de FELICIDADE."

Com Carinho,

Lorena.

NÃO ESTRAGUE O SEU DIA




  • A sua irritação não solucionará problema algum.
  • As suas contrariedades não alteram a natureza das coisas.
  • Os seus desapontamentos não fazem o trabalho que só o tempo conseguirá realizar.
  • O seu mau humor não modifica a vida.
  • A sua dor não impedirá que o Sol brilhe amanhã sobre os bons e os maus.
  • A sua tristeza não iluminará os caminhos.
  • O seu desânimo não edificará a ninguém.
  • As suas lágrimas não substituem o suor que você deve verter em benefício da sua própria felicidade.
  • As suas reclamações, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentarão nos outros um só grama de simpatia por você.
  • Não estrague o seu dia. Aprenda, com a Sabedoria Divina, a desculpar infinitamente, construindo e reconstruindo sempre para o Infinito Bem.
  • Chico Xavier/André Luiz.

    Agenda Cristã.


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